FILOSOFIA DA LINGUAGEM

O Mundo Cabe na Língua: Por Que Aprender um Idioma Reorganiza a Sua Percepção

Sobre o motivo pelo qual uma língua nova não apenas troca os nomes das coisas, mas recorta o mundo de outro jeito, e o que a ciência cognitiva finalmente comprovou daquilo que os filósofos já suspeitavam. Dois dedos de Filosofia da Linguagem Quase todo estudante começa um idioma acreditando, sem nunca ter formulado a ideia […]

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Dizer é Fazer: Por Que Falar uma Língua é Aprender a Agir Nela

Dois dedos de Filosofia da Linguagem Sobre o motivo pelo qual um estudante pode conjugar todos os verbos e ainda assim não saber pedir um favor, recusar um convite ou pedir desculpas, e o que a filosofia da linguagem descobriu quando parou de tratar a fala como descrição e passou a tratá-la como ato. O

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A Palavra e a Moldura: Por Que Nenhuma Palavra Se Aprende Sozinha

Sobre o motivo pelo qual decorar vocabulário isolado é o caminho mais lento para falar; e o que a filosofia da linguagem já sabia sobre isso há décadas. Dois dedos de Filosofia da Linguagem Existe uma imagem enganosa que acompanha quase todo estudante de idiomas no início: a de que uma língua é uma pilha

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Aprender uma língua é habitar um novo mundo

Dois dedos de Filosofia da Linguagem Há uma frase de Ludwig Wittgenstein que deveria estar pendurada na parede de quem decide aprender um idioma: “Os limites da minha linguagem significam os limites do meu mundo.” Ela não é uma metáfora bonita para enfeitar um caderno. É uma tese filosófica com consequências práticas. Se a linguagem

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Teoria de Quinta – Krashen Reimaginado: O Input Compreensível para Personas Linguísticas

A imagem clássica é poderosa: um aprendiz de língua, imerso em um mar de sons estranhos, até que um dia—como um milagre—uma palavra, depois uma frase, e finalmente o sentido emerge das águas turvas. Stephen Krashen, com sua teoria do Input Compreensível, nos deu a bússola para navegar esse mar. Ele postulou que adquirimos língua não

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