Author name: Lucas Matias

Sou Lucas Matias, graduado em Tradução e Interpretação, pós-graduado em Neuropsicopedagogia e Psicolinguística, atuando como pesquisador independente, escritor e Language Coach na área de aquisição e aprendizagem de idiomas. Criador do ProDAL (Programa de Desenvolvimento e Aquisição Linguísticas), um método que integra contribuições da Psicolinguística, Neurociências Cognitivas, Neuropsicopedagogia, Filosofia da Linguagem e Ciências da Aprendizagem para promover o desenvolvimento de competências linguísticas de forma natural e eficiente. Ao longo dos meus estudos, desenvolvi conceitos próprios, como o Frame Linguístico, o Core Linguístico, a Ragnatela e Persona Linguística, propondo uma abordagem teórica que busca explicar a formação e a expansão da competência comunicativa em línguas estrangeiras. Meus trabalhos concentram-se especialmente na relação entre percepção, cognição, memória, significado e linguagem. Além da minha atuação como educador, dedico-me à produção de artigos, cursos e materiais voltados à divulgação científica e filosófica, com o objetivo de tornar acessíveis ao público os conhecimentos da Psicolinguística, da Neuropsicopedagogia e das Ciências Cognitivas aplicadas ao aprendizado de idiomas. O meu trabalho busca unir rigor teórico e aplicação prática, contribuindo para o desenvolvimento de aprendizes, professores e entusiastas de línguas em diferentes contextos.

Teoria de Quinta — Vivian Cook e a Teoria da Multicompetência

Por Que Você Nunca Será Um Nativo — E Por Que Isso É Uma Vantagem Existe uma régua invisível na cabeça de quase todo aprendiz de idiomas. Ela mede a distância entre o que ele fala e o que um nativo falaria na mesma situação. Cada erro, cada hesitação, cada pronúncia que escapa do padrão […]

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Core Linguístico

Peças Soltas ou Sistema Vivo: O Core Linguístico e o Elo de Ligação

Coluna Semanal ProDAL | Segunda-feira | Coach Linguístico Lucas Matias Existe um tipo de aprendiz que merece nossa atenção porque é o mais comum de todos: o que sabe muito e ainda assim não funciona. Ele já estudou por anos. Tem centenas de palavras na memória, entende regras que muitos nativos não saberiam explicar, reconhece

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O Andaime Invisível: Por Que Você Entende Tudo e Ainda Trava na Hora de Falar

Coluna Semanal ProDAL | Segunda-feira | Lucas Matias Language Coach Há uma frustração que quase todo aprendiz de idiomas conhece de cor, mesmo sem saber nomeá-la. Você passou meses assistindo a séries, ouvindo podcasts, lendo artigos. Entende quase tudo. Sente que está progredindo. Até que chega o momento de abrir a boca e produzir uma

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O Mundo Cabe na Língua: Por Que Aprender um Idioma Reorganiza a Sua Percepção

Sobre o motivo pelo qual uma língua nova não apenas troca os nomes das coisas, mas recorta o mundo de outro jeito, e o que a ciência cognitiva finalmente comprovou daquilo que os filósofos já suspeitavam. Dois dedos de Filosofia da Linguagem Quase todo estudante começa um idioma acreditando, sem nunca ter formulado a ideia

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Teoria de Quinta — Eric Lenneberg e a Hipótese do Período Crítico

Existe Uma Janela Biológica Para Aprender Idiomas? E o Que Acontece Quando Ela Fecha? Todo adulto que começa a estudar uma segunda língua já ouviu alguma versão desta sentença: “Você deveria ter começado quando era criança.” A frase vem carregada de um pressuposto que parece um consenso universal: crianças aprendem línguas com uma facilidade quase

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Dizer é Fazer: Por Que Falar uma Língua é Aprender a Agir Nela

Dois dedos de Filosofia da Linguagem Sobre o motivo pelo qual um estudante pode conjugar todos os verbos e ainda assim não saber pedir um favor, recusar um convite ou pedir desculpas, e o que a filosofia da linguagem descobriu quando parou de tratar a fala como descrição e passou a tratá-la como ato. O

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Teoria de Quinta — Rod Ellis e a Instrução Baseada em Tarefas

Por que resolver um problema numa língua estrangeira ensina mais do que decorar a conjugação inteira de um verbo, e o que a ciência diz sobre o papel das tarefas na aquisição Pense no último exercício de idiomas que você fez. Talvez tenha sido preencher lacunas com o tempo verbal correto. Talvez tenha sido repetir

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